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Do Queijo aos Castelos: a alta montanha em chamas no Parque Nacional da Serra dos Órgãos

Serra dos Órgãos. Foto: Leonardo Gomes.

O ano de 2020 tem sido uma sucessão de desafios. Terminado o verão, entramos num incerto período de quarentena em que o país e o mundo ficaram submetidos a um regime de isolamento que a maioria das pessoas nunca havia vivenciado. A desconhecida doença COVID-19 e seu agente etiológico, o novo coronavírus (SARS-Cov-2), entraram em cena. Desde então, a maioria das Unidades de Conservação (UC) está fechada devido às medidas impostas pelas autoridades de saúde.

Apesar de fechadas à visitação pública, as UC ficam, ainda assim, vulneráveis às ações humanas. Nesta época, na região serrana central do estado do Rio de Janeiro, são comuns duas destas ações, que não contribuem com a conservação ambiental e podem causar estragos muito significativos nas áreas naturais: a prática de soltar balões e a de fazer fogueiras, queimar lixo ou “mato”. Outras causas podem ser citadas, com consequências de grandes proporções, como o incêndio florestal ocorrido recentemente na Reserva Biológica Estadual de Araras, queimando cerca de 673 hectares da sua área causado pela queima intencional de um automóvel.

No último dia 04 de agosto de 2020, pouco depois das 7h da manhã, a equipe da Brigada de Prevenção e Combate aos Incêndios do Parque Nacional da Serra dos Órgãos (PARNASO), do NGI (Núcleo de Gestão Integrada) ICMBio Teresópolis, foi acionada. Na madrugada anterior havia começado um incêndio na parte alta, região do Açu, vertente continental do Parque, em Petrópolis. Esta notícia, apesar de ser esperada nesta época (a Brigada é contratada por seis meses, de maio a outubro, época mais seca), começou a tirar a tranquilidade da equipe. A área afetada apresenta importantes mananciais, com destaque para as proximidades do Abrigo do Açu, localizado praticamente no divisor de três importantes bacias hidrográficas (Piabanha, Guapimirim-Macacu e Roncador/Santo Aleixo), o que gera impactos diretos em suas nascentes e na hidrografia regional. Mas a vegetação herbácea e a época do ano favorecem o rápido avanço do fogo no local.

Naquele primeiro dia de combate 18 pessoas estavam envolvidas, entre Brigadistas do ICMBIO, Bombeiros Militares, IBAMA e Guardas Parque do INEA. Ao todo, 25 hectares foram atingidos pelas chamas. Quando pensamos nas proporções dos incêndios Amazônicos ou no Cerrado, esta quantidade de área é irrisória. Mas na Mata Atlântica Central Fluminense, num pequeno espaço pode haver um grande gradiente topográfico, climático e de biodiversidade.

Foto: Cecília Cronemberger.

No segundo dia, 05/08, com 84 combatentes (24 Brigadistas do ICMBIO, 15 Bombeiros Militares, 25 Brigadistas do Prevfogo-IBAMA, 6 Guardas Parque do INEA, 3 colaboradores da Defesa Civil, 7 colaboradores da Guarda Municipal de Petrópolis e 4 Voluntários treinados), o noticiário ao meio dia já informava 100 hectares perdidos e o incêndio avançando em três frentes da montanha: uma indo em direção ao morro da Bandeira sentido Caxambu, outra indo em direção ao morro do ‘Graças a Deus’ sentido morro do Açu, e uma terceira frente na ‘Isabeloca’ sentido Ajax. Segundo Gabriel Cattan, Analista Ambiental e Gerente do Fogo do NGI, “o fogo está localizado nas vertentes que fazem divisa dos municípios de Magé e Petrópolis e atinge principalmente a vegetação de Campos de Altitude”.

Neste momento o temor era ver o fogo “lamber” áreas importantes dos Campos de Altitude ou descer para algumas das áreas mais ricas em biodiversidade do Parque, a Floresta Ombrófila Densa Alto-montana da vertente sul e sudeste do Açu que possui uma grande diversidade da fauna de médio e grande porte e abriga algumas das espécies mais representativas deste trecho de Mata Atlântica, sendo área de registro de diversas espécies ameaçadas de extinção, com destaque por ser a região de um caso único de leucismo no mundo: o registro de uma onça-parda (Puma concolor) branca (categoria: Vulnerável). Há também, na região, registros do sagui-da-serra-escuro, Callithrix aurita (categoria: Em Perigo), classificada como uma das 25 espécies de primatas mais ameaçadas do planeta neste momento.

O incêndio está atingindo uma área de um tipo de vegetação muito rica, que abriga populações de espécies que, além de ameaçadas, têm distribuição geográfica muito restrita, como a ave saudade de asa cinza”, Lipaugus conditus, (categoria: Vulnerável) e uma rara espécie de bambu, Graziophyton mirabile (categoria: Em Perigo). Ambas as espécies têm toda a sua distribuição conhecida limitada a algumas poucas áreas de Florestas Alto-montanas e Campos de Altitude do trecho da Serra do Mar, incluído dentro do Estado do Rio de Janeiro. Isso realça que as perdas podem ser realmente muito grandes se o incêndio não for rapidamente controlado. Cada subpopulação destas espécies atingidas pode influenciar, num médio a longo prazo, a permanência destas espécies nestas localidades e mesmo no Parque Nacional como um todo, dado que os incêndios são recorrentes.

Parque Nacional da Serra dos Órgãos

O PARNASO tem 20.024 hectares com altitudes variando de cerca de 100 m a até além dos 2.200 m acima do nível do mar. Isso produz uma biodiversidade incrível com, por exemplo, mais de 800 espécies de vertebrados e mais de 3.000 espécies de plantas registradas em quase 200 anos de história de pesquisa. A história da evolução do nosso conhecimento sobre biodiversidade no Brasil passa por esta região.

Foto: Mariano Sant’Anna.

Ainda sobre esta mesma região, a mastozoóloga e professora da UERJ, Lena Geise, explica que existe um gradiente altitudinal para os pequenos mamíferos (marsupiais e pequenos roedores), ou seja, algumas espécies só ocorrem em determinadas altitudes. “O que a gente observa na Serra dos Órgãos é a existência de cerca de cinco a oito espécies que só ocorrem daquela cota altitudinal, ou região do incêndio para cima”, diz ela. “Estas espécies já estão naturalmente ameaçadas pelo aquecimento global que promove uma mudança muito grande de toda a biota! As espécies das regiões mais baixas vão subindo e as dos Campos de Altitudes não têm pra onde ir! Começa a ter competição, perda de habitat e com o incêndio a gente está acelerando este processo. Isso pode levar a que algumas espécies passem a ser classificadas futuramente como ameaçadas de extinção pela redução drástica das populações e, possivelmente, a perda de diversidade”.

Equipes de pesquisadores que estudam aranhas, escorpiões e outros animais menos conhecidos da população em geral, como os opiliões e escorpiões vinagre, também relataram possíveis prejuízos deste incêndios. A Aracnóloga e professora da UERJ, Amanda Cruz Mendes, informa que a aracnologia já vem sofrendo perdas irrecuperáveis por conta de incêndios nos últimos anos. “Em 2018 todos viram a coleção do laboratório de Aracnologia do Museu Nacional arder em chamas consumindo uma das maiores e mais importantes coleções científicas do mundo na área. Ali muitos exemplares eram provenientes do Parque Nacional da Serra dos Órgãos, incluindo os Campos de Altitude, que possuía, antes dos incêndios, espécies ainda não nomeadas, desconhecidas pela ciência e pela população. Nosso foco é especialmente opiliões, que são animais com alto grau de endemismo e muito sensíveis a mudanças ambientais, especialmente a queda na umidade e perda de vegetação” explica.

Besouro serra-pau (Onocephala obliquata, Cerambycidae), encontrado apenas na faixa de Alto-montana e Campos de Altitude do PARNASO. Foto: Laboratório de Ecologia de Insetos (UFRJ).

Desde 2015 a pesquisadora desenvolve um projeto de variação altitudinal de espécies, e observa que há espécies que só ocorrem na parte alta do PARNASO. Segundo Amanda, nas suas  novas pesquisas em campo autorizadas pelo Parque, havia conseguido reencontrar  parte das espécies perdidas no incêndio do Museu Nacional, mas agora segundo a pesquisadora estes animais estão ameaçados por este novo incêndio, desta vez no seu habitat natural. “Há espécies registradas no morro do Açu há mais de 50 anos que nunca mais foram reencontradas! É uma lástima tudo isso, o incêndio impactará populações de aracnídeos que já tinham o lugar como um de seus últimos refúgios”, conclui.

O PARNASO é uma das UC com mais pesquisas no Brasil, há pelo menos uma década e meia, com cerca de mil projetos de pesquisas e atividades didáticas no âmbito  do ensino superior autorizados neste período. O Chefe do NGI ICMBio Teresópolis, Leandro Goulart, afirma que “é muito importante a realização de estudos nas áreas atingidas pelos incêndios florestais, principalmente nos Campos de Altitude, considerando serem espaços mais sensíveis e com uma grande diversidade de espécies endêmicas, para que o órgão gestor da unidade de conservação trace estratégias para a plena recuperação da área, cumprindo assim seu papel na conservação da biodiversidade”.

Importante ressaltar que esta UC possui um dos mais longevos projetos de monitoramento da fauna feitos por uma UC da Mata Atlântica, que abrange a área atingida pelo incêndio e os Campos de Altitude. As armadilhas fotográficas do programa de monitoramento estavam em campo e foram resgatadas pelos brigadistas momentos antes do fogo chegar. Em publicação recente sobre os mamíferos do Parque (que inclui os dados desse monitoramento), liderada pela equipe do Parque, mostrou que a Unidade protege 100 espécies de mamíferos registradas ao longo de sua história. No entanto, o monitoramento da vegetação nos Campos de Altitude e o entendimento de sua dinâmica frente às queimadas recorrentes permanece um desafio.

Além do interesse científico sobre biodiversidade e outros aspectos, o PARNASO e sua rede de trilhas possuem importante interesse turístico e didático. Sua expressiva geodiversidade (diferentes tipos de rochas, relevos e solos, inseridos na dinâmica das bacias hidrográficas) interage com diferentes ecossistemas da Mata Atlântica ao longo do seu gradiente altitudinal, com diminuição do porte da vegetação sobre solos menos espessos intercalados com afloramentos rochosos. A área do incêndio situa-se entre os compartimentos do relevo do Planalto Dissecado – Pedra do Queijo (~1.500 m de altitude) até o Chapadão (~2.000 m de altitude), e do Planalto do Açu, a partir da cota dos 2.000 m de altitude. A trilha para os Castelos do Açu e seu entorno, onde concentram-se as áreas mais afetadas pelo fogo, faz parte da tradicional Travessia Petrópolis-Teresópolis e é um dos trechos da trilha de longo curso Caminhos da Serra do Mar. Assim, também são esperados impactos na visitação dessas trilhas, com possíveis influências no setor de turismo e montanhismo.

Sub-bacias hidrográficas inseridas no território do PARNASO, com destaque para o percurso da Travessia Petrópolis-Teresópolis e os Abrigos do Açu e do Sino. Fonte dos dados: ICMBio e INEA.
Castelos do Açu

Com altitude aproximada de 2.200 m, a litologia do local é marcada pela presença do Granito Andorinha, representado por blocos que chegam a 10 metros de altura. O formato dos Castelos do Açu, , importante patrimônio geomorfológico, é originado a partir da combinação entre atuação intempérica, litologia e estrutura, sendo perceptivelmente diferente do seu entorno. Essas rochas foram formadas em grande profundidade, com alta pressão e temperatura, há cerca de 480 milhões de anos. Quando trazidas à superfície da Terra, devido à diminuição brusca da pressão (descompressão adiabática), essas rochas se quebraram em blocos, formando Fraturas de Alívio, que são posteriormente retrabalhados por erosão eólica e pluvial.

A historiadora Patrícia Lima, professora do CEFET-Petrópolis, nota que o incêndio ameaça atingir a trilha Uricanal, uma das passagens historicamente mais utilizadas na região, entre os bairros do Caxambu e Bonfim. “São caminhos milenares e de ocupações muito primitivas e raras”, afirma ela. A gestão do Parque desenvolve parcerias (em especial através do Conselho Consultivo) e projetos com as comunidades do entorno, que hoje usam esses caminhos antigos, sempre divulgando (em especial nesta época mais seca do ano) a importância de prevenir os riscos de incêndios para que situações como esta não se repitam com tanta frequência. A Professora Carla Semiramis, pesquisadora da UFF,  estuda o efeito da poluição de origem antrópica sobre os rios da região, e acredita que os efeitos deste incêndio poderão ser percebidos no futuro no seu monitoramento, que é feito no Vale do Bonfim.

Thiago Alves, condutor de visitantes, cita que apesar da visitação ainda não estar sendo permitida, um incêndio desta magnitude nesta parte do Parque que é comumente frequentada por sua beleza natural, prejudica naturalmente o turismo. Essas queimadas geralmente ocorrem nos meses de maior visitação à parte alta do parque, sendo fundamental um trabalho contínuo de monitoramento, principalmente porque também são áreas fundamentais à manutenção da integridade de algumas espécies de restrito habitat, como o maracujá,  Passiflora imbeana, ameaçada de extinção (categoria: Em Perigo). Tiago também é antropólogo, agricultor orgânico e  pesquisador de PANCs (Plantas alimentícias não-convencionais) com ocorrência no PARNASO.

Saudade de asa cinza (Lipaugus conditus). Foto: Gabriel Mello.

Também é possível ressaltar o aspecto visual do incêndio, principalmente a área afetada nas proximidades da formação rochosa dos Castelos do Açu, importante patrimônio geomorfológico que destaca-se na paisagem, o que pode e deve gerar um maior apelo sobre nossa responsabilidade nesses impactos e a importância de uma urgente mobilização coletiva! Um dos impactos indesejáveis de incêndios é a invasão de áreas nativas por espécies exóticas invasoras. Estas espécies podem avançar em áreas que foram degradadas e ocupar o espaço de espécies nativas diminuindo assim a diversidade local e ameaçando invadir outras áreas depois de se estabelecer na região.

As atividades do terceiro dia de combate ao fogo (06/08) foram realizadas com o apoio do CBMERJ, IBAMA, Defesa Civil e Guarda Municipal de Petrópolis e Voluntários, totalizando aproximadamente 83 pessoas. A coordenação das equipes de combate em campo informou que o fogo está controlado, com área estimada atingida pelo incêndio de cerca de 250 hectares, ocorrendo ainda em alguns pontos de turfa. Agora serão feitas trincheiras no entorno das áreas quentes, revirando o solo até fazer sua extinção. Neste momento, como o fogo está morro abaixo, ele avança no máximo dois metros por dia. Mas este fogo lento é muito prejudicial para a vegetação pois está subterrâneo, atinge as raízes matando-as. O fogo que correu nos Campos de Altitude, mais superficial e mais rápido não faz um estrago tão grande. O Posto de Comando Avançado e Operacional direcionou a aeronave para realizar lançamento de água com uso do Bambi Bucket (Helibalde) no segundo foco de incêndio na região do Ajax. Os cuidados continuarão, as equipes no campo serão substituídas (após três dias os Brigadistas estão exaustos pois o trabalho é pesado) até a completa extinção do incêndio. Uma equipe reserva de 20 combatentes está de prontidão na Fazenda Marambaia, em Corrêas.

A causa do incêndio continua desconhecida, mas certamente a origem é humana, seja ela uma fogueira ou um balão. Eventos como este ensejam ações bem articuladas e, cada vez mais, soluções inovadoras. José Paulo Azevedo, Diretor do CBH Piabanha e Coordenador do Trecho Oeste do CBH Baía de Guanabara avalia que “talvez seja o momento de se pensar em ampliar a rede de brigadistas, através de parcerias com UCs, defesa civil e Comitês de Bacias Hidrográficas.”

A situação está sendo aos poucos controlada e as equipes de campo continuam mobilizadas.  A Serra chora por arder mais um ano e ver sua diversidade empobrecida e suas paisagens novamente impactadas. Quando a chuva que cai é de estrelas e não de água para extinguir um incêndio, a população do entorno e toda comunidade que conhece e que frequenta o Parque, sejam montanhistas, curiosos, turistas, conselheiros, estudantes, professores ou pesquisadores, certamente, se pergunta como incêndios de origem humana continuam a ocorrer? Precisamos entender e dar essa resposta. E por essa razão, essa é uma excelente oportunidade para que nos aproximemos, conversemos e achemos soluções conjuntas. O Parque é de todo cidadão, de qualquer comunidade e merece ser visitado, estudado, divulgado e protegido. Por fim, uma salva de palmas aos guerreiros do combate ao fogo, do Queijo aos Castelos, nossa biodiversidade os reverencia.

Espécies ameaçadas de extinção

A classificação de espécies ameaçadas vem de uma avaliação objetiva, em geral quantitativa, que utiliza as categorias e critérios da IUCN, sobre o grau de perda de habitat/área (distribuição geográfica ou área de ocupação) ou indivíduos, subpopulações e populações de uma determinada espécie. Esta análise demográfica e espacial pode classificar uma espécie como “Vulnerável” (possui risco de extinção mas que não é alto, nem está próximo), “Em Perigo” (risco intermediário de extinção na natureza) e “Criticamente em Perigo” (possui alto risco de extinção na natureza ou está próximo e precisa de ação imediata). No Brasil, a última avaliação nacional mostrou que são conhecidas 117.096 espécies da fauna com ocorrência no país, segundo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), das quais foram avaliadas 12.254 (10,5%) e consideradas ameaçadas 1.173 (1%). Da flora são conhecidas 46.223 espécies, segundo o Jardim Botânico do Rio de Janeiro (JBRJ), foram avaliadas 6.046 (13,1%) quanto ao seu estado de conservação e apenas 2.953 (6,4%) foram em alguma classe de ameaça compondo a lista.

Gato-do-mato (Leopardus guttulus) caminha pela área do Chapadão três dias antes de ser consumida pelo fogo. (Acervo PARNASO/ICMBio).

 

Autores:

*Jorge Luiz Nascimento, do Centro de Referência em Biodiversidade da Serra dos Órgãos, PARNASO, NGI ICMBio Teresópolis.

**Isabela Deiss, do Centro de Referência em Biodiversidade da Serra dos Órgãos, PARNASO, NGI ICMBio Teresópolis e do Programa de Pós-Graduação em Divulgação Científica e Saúde, FIOCRUZ

***Edvandro de Abreu Ribeiro, do Laboratório de Ecologia de Aves e Comportamento Animal, UERJ

****Fernando Pessoa, do CEFET/RJ – Campus Petrópolis

*****Cecília Cronemberger, do Centro de Referência em Biodiversidade da Serra dos Órgãos, PARNASO, NGI ICMBio Teresópolis e do Programa de Pós-Graduação em Meio Ambiente, UERJ

Produzido na quarentena entre Teresópolis, Magé e Petrópolis, Parque Nacional da Serra dos Órgãos, em 06 de agosto de 2020.

Colaboraram: Luiz Felipe Pimentel, Fabiane Aguiar, Leonardo Gomes (PARNASO/ICMBio), Mariano Sant’Anna (REVISEST/INEA), Adriano Kury, Ricardo Monteiro (UFRJ), Gabriel Mello e Eduardo Gelli. 

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O post “Do Queijo aos Castelos: a alta montanha em chamas no Parque Nacional da Serra dos Órgãos” foi publicado em 7th August 2020 e pode ser visto originalmente diretamente na fonte ((o))eco

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